quinta-feira, 14 de abril de 2011

Missa do Dízimo será neste Sábado 16/04/2011

              

              A Pastoral do Dízimo se reúne na noite deste sábado dia 16 de abril de 2011, para mais uma celebração do Dízimo, desta vez Celebrada pelo Frei Waldemar, ele que passará toda a Semana Santa com a Comunidade de São Julião.
              A missa será realizada às 19:00h na Igreja Nossa Senhora da Conceição, e tem como responsabilidade o Setor 4 das catequistas Teresinha Costa, Fátima Lima, Genoveva e Guilhermina.

            Portanto, participe você também.

            Dízimo é partinha!



POR: Júnior Sá

terça-feira, 12 de abril de 2011

ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO CHEGA A SUA RETA FINAL


O 1º Encontro Regional de Comunicação da CNBB – Regional NE4 chegou à sua parte conclusiva na manhã deste domingo, dia 10/04/2011, e encerrou-se com uma avaliação de tudo o que foi visto e trabalhado nesses três dias, que pôde ser considerado de grande importância para a formação de todos os participantes, bem como leigos, religiosos, estudantes e profissionais da área da comunicação.
            A referida manhã iniciou-se com a Santa-Missa, e em seguida uma mesa redonda com os assessores – Ir. Elide e Pe. Geraldo e a Jornalista Cláudia Brandão tratando sobre a Mensagem do Papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações tentando comparar “Igreja e Notícia”.
            Após o término no encerramento onde ocorreu a entrega de certificados à todos os participantes, com isso as caravanas vindas das 8 (oito) Dioceses que formam o Regional Nordeste 4 da CNBB voltaram às suas cidades provenientes, todos eles na sua grande maioria com o coração e a mente cheia de fé e esperança de cada vez mais fortalecer a comunicação junto à igreja.

CONFIRAS ABAIXO AS ÚLTIMAS FOTOS DO EVENTO:

Santa Missa - Domingo dia 10/04/2011

Santa Missa - Domingo dia 10/04/2011

Parcipantes da Diocese de Picos

Participantes da Mesa Redonda

Pe. Luís Eduardo, Ir. Élide Fogolari, Cláudia Brandão,
Pe. Geraldo, Diác. Danilo e Lana Krisna

Júnior Sá (representante da cidade de São Julião)
e a Jornalista Cláudia Brandão (TV Clube)

Dom Plínio José - Bispo da Diocese de Picos
 

POR: Júnior Sá


sábado, 9 de abril de 2011

ENCONTRO DE COMUNICAÇÃO ESTÁ NO SEU 2º DIA



O Encontro Regional de Comunicação da CNBB RNE4, foi continuado na manhã deste sábado dia 09/04, o dia iniciou-se com a Santa Missa na Capela São Miguel no Centro Pastoral Paulo VI, logo em seguida os participantes foram distribuídos nas diferentes oficinas que se estenderão durante todo o dia.

Este é um dos momentos de maior importância do encontro e principalmente de grande interesse para os que participam, pois é por meio das oficinas que cada pessoa pode se aproximar mais daquilo com que trabalha, aumentando os seus conhecimentos sobre a área. As Oficinas estão sendo realizadas na sua grande maioria no próprio Centro Pastoral Paulo VI, com exceção da Oficina de INTERNET/SITE, que necessita de uma sala equipada com computadores e por isso está acontecendo no CEFET-PI.

CONFIRA ABAIXO AS FOTOS:

Santa Missa

Santa Missa

Diácono C. Danilo

Dom Plínio - Bispo de Picos

Santa Missa

Santa Missa

Santa Missa

Santa Missa

Santa Missa

Oficina de Rádio - Ir. Élide

Oficina de Rádio - Ir. Élide

Oficina de Comunicação e Liturgia - Pe. Geraldo

Oficina de Comunicação e Liturgia - Pe. Geraldo

Oficina de Produção de Notícia - Jornalista Joelma Moura (Ícone)

Oficina de Produção de Notícia - Jornalista Joelma Moura (Ícone)

Oficina de Internet/Site - Cantídio Filho (Acesse Piauí)

Oficina de Internet/Site - Cantídio Filho (Acesse Piauí)

Oficina de Internet/Site - Cantídio Filho (Acesse Piauí)

Oficina de Internet/Site - Cantídio Filho (Acesse Piauí)

Oficina de Internet/Site - Cantídio Filho (Acesse Piauí)



FOTOS: PASCOM / Picos
POR: Júnior Sá

sexta-feira, 8 de abril de 2011

FOTOS DO ENCONTRO REGIONAL DE COMUNICAÇÃO DA CNBB RNE4

Lana Krisna, fazendo abertura do Evento
Mesa de Honra composta pelos representantes da comunicação do RNE4
Oração Inicial
Dom Plínio, Bispo da Diocese de Picos
.Público das várias Dioceses do Regional NE 4
Pe. Tony Batista
Dom Plínio junto aos padres de Teresina-PI
Conferência feita pela Irmâ Élide Fogolari 
Membros de pastorais da Diocese de Picos
Ir. Élide Fogolari  ( Assessora de Comunicação da CNBB)



POR: Júnior Sá

Encontro de Comunicação iniciou-se em Teresina-PI e conta com representantes da Diocese de Picos



A Pastoral de Comunicação Regional – PASCOM iniciou na manhã desta sexta-feira dia 08/04/2011 o 1º Encontro Regional de Comunicação da CNBB RNE4, que está sendo realizado em Teresina e durará até o próximo domingo dia 10 deste mês, no Centro Pastoral Paulo VI.
Com o Tema: Comunicação e Evangelização. O objetivo principal do encontro é estimular a formação de comunicadores: padres, religiosos (as), seminaristas, agentes de todas as pastorais, bem como leigos e profissionais engajados para as ações de comunicação nas Dioceses do Piauí.
Segundo Bispo de Picos, dom Plínio José, o Encontro de Comunicação e Evangelização é um momento em que todos poderão receber informações técnicas de profissionais da área de comunicação. “Nós achamos que esse encontro irá crescer ainda mais o Regional e trazer uma nova vitalidade para a comunicação que, hoje, já acontece de uma forma mais integrada”, afirma.
A programação do evento começou, às 8hs com abertura por  Pe. Tony Batista que fez uma explanação sobre o percurso e avanço da comunicação eclesial no Piauí.  Depois seguiu-se as conferências com Ir. Élide Fogolari  ( Assessora de Comunicação da CNBB) e Pe.  Geraldo Martins Dias ( Assessor de Imprensa da CNBB)  que abordou, respectivamente, os  temas:  “As Novas Fronteiras da Pastoral da Comunicação” e  “Comunicação e Evangelização”.
Segue-se este artigo com a Programação do evento:

PROGRAMAÇÃO:
08/04 Sexta - feira.
08h - Acolhida - (Distribuição de pastas e apresentação das comitivas)
08h30 - Composição da mesa e Oração de Abertura.
08h45 - Palavra de Abertura - Pe. Tony Batista - Retrospectiva da Comunicação na Igreja do Piauí.
09h - 1ª. Conferência com a Irmã Élide Fogolari - Assessora de Comunicação da CNBB.
Tema: As Novas Fronteiras da Pastoral da Comunicação.
10h15- Intervalo para lanche.
10h30 - Continuação da 1ª. Conferência.
11h30 - Apresentação do Projeto Rede Católica de Rádios do Piauí - Rosimiro Robson (Diretor da Rádio Pioneira de Teresina)
12h00 - Almoço.
14h00 - 2ª. Conferência com o Padre Geraldo Martins Dias - Assessor de Imprensa da CNBB.
Tema: Comunicação e Evangelização.
15h15 - Intervalo para lanche.
15h30- Retorno para 2ª. Conferência.
16h30 - Apresentação do Mutirão Nacional de Comunicação no Rio de Janeiro. - Ir. Élide.

09/04 Sábado.
07h - Santa Missa - Capela São Miguel no Centro Pastoral Paulo VI
08h- Acolhida no local do Encontro.
08h30 - Início das Oficinas.
10h15- Intervalo para lanche.
10h30- Retorno para as Oficinas.
12h - Almoço.
14h - Retorno direto para as Oficinas
15h15- Lanche.
17h00- Encerramento das Oficinas.

10/04 Domingo.
07h00 - Santa Missa - Capela São Miguel no Centro Pastoral Paulo VI
08h - Acolhida no local do Encontro.
8h15- Mesa Redonda com os Assessores sobre a Mensagem do Papa Bento XVI para o 45º Dia Mundial das Comunicações e com a Jornalista Claudia Brandão sobre a relação Igreja e Notícia.
10h - Lanche.
10h15 - Perguntas e socialização das experiências.
11h00- Apresentação de vídeos e avisos
11h45- Avaliação e Encerramento.

Oficinas:
Comunicação e Liturgia: Padre Geraldo Martins Dias.
Rádio: Irmã Élide Maria Fogolari.
Produção de Notícia: Jornalista Joelma Moura (Ícone).
Internet/Site: Cantídio Filho (Acesse Piauí).
Técnica de Som no Espaço Litúrgico: Edilson Melo (Rádio Pioneira).



FONTE: CNBB RNE4 e Diocese de Picos
POSTAGEM: Júnior Sá

quinta-feira, 7 de abril de 2011

ESPIRITUALIDADE: Reflexão segundo as leituras do 5° Domingo da Quaresma

 
Cada um de nós é um Lázaro!*

A liturgia do Quinto domingo da Quaresma nos apresenta a Ressurreição e a Vida.  Por meio da Perícope que relata a ressurreição de Lázaro, são apresentadas algumas características da vida humana, sua realidade, seus anseios, sua morte...
            De fato, o homem na sua trajetória, arquiteta seu “palácio existencial”: sonha com sua dignidade, planeja suas ações, se esforça pelo melhor emprego, constrói amizades, espera por uma vida melhor. Ao lado disso, correm em suas veias os sinais do sofrimento, da doença, das limitações físicas, dos laços da morte.
            A maneira como esses traços são apresentados na liturgia nos chamam atenção. As causas dos sofrimentos são diversas: opressão, exílio (Primeira leitura), viver segunda a carne, não ser morada do Espírito Santo (Segunda leitura), a angústia da doença e a dor da morte (Evangelho), são algumas que podemos citar.
            Marta e Maria moram num povoado a três quilômetros da cidade e estão marcadas por uma limitação física. São mulheres acolhedoras e possuem muitas amizades (v. 19).  Porém, uma coisa lhes tira a paciência: seu irmão está doente e Jesus não sabe, Ele precisa ser avisado e assim o fazem (v. 3). O recado expressa a intimidade da amizade e a confiança em um amigo (v. 3).
            No entanto, parece que Jesus não se apressa em corresponder aos anseios da tamanha esperança. Ele permanece por mais dois dias, de tal forma que, quando decide ir e chegar à Betânia, seu amigo Lázaro já estava sepultado fazia quatro dias, ou seja, Jesus chega na hora mais difícil. A morte havia sido mais forte que as esperanças das irmãs. De fato, quando a morte chega, ela interrompe o nosso existir e o nosso convívio. Deixa um saudoso vazio, nos faz chorar. Ela nos sensibiliza, levanta perguntas e nos deixa meditativos.
            Mergulhadas nestes sentimentos Marta vai ao encontro de Jesus (v. 20), e Maria cai aos seus pés (v. 32), ambas repetem a mesma frase: Senhor, se estivesses estado aqui, meu irmão não teria morrido (vv. 21. 32). Jesus se sensibiliza com o momento, Ele sente a dor, se comove, mas permanece firme. Ele sabe que a vida é mais forte que a morte e, esta não é capaz de destruí-la.
            Jesus, então, vai ao túmulo. É a Vida que caminha em direção à morte para vencê-la. O diálogo começa e a livre Vida ameaça as amarras da morte.  O Novo Adão resgata o velho adão. O homem novo é resgatado dos atalhos do homem velho.
            É bem verdade que Lázaro depois morreu novamente, pois nele houve apenas um “reavivamento”. Mas, além disso, o Evangelho quer nos mostrar que a figura de Lázaro, encerrado no sepulcro e amarrado em faixas, personifica o discípulo que, ao convite do Senhor, necessita sair do seu mundo, de seu túmulo, de sua caverna, para ganhar a vida.
            O sofrimento causado pela doença, pela morte não tem fim em si mesmo, pelo contrário, nossas fragilidades servem para manifestar a grandeza de Deus em nossas vidas. São nestes momentos que pensamos em Deus, mandamos “recados” nas orações e d’Ele esperamos uma visita.
Nos dias de hoje as lágrimas do choro de Jesus (v. 35) lavam milhares de túmulos. Quantos de nossos irmãos e irmãs, não se encontram amarrados pelo egoísmo, presos por mil coisas? Isolados em seu próprio mundo? Quantos deles não correm até Jesus para que Ele “cure” sua crise financeira? “Cada um de nós é um Lázaro! Muitas vezes amarrados, mortos, sem enxergar a verdadeira luz.
Cada vez mais, portanto, se faz urgente a necessidade da aproximação com Jesus. Precisamos ser amigos da Vida, pois o que vai completar a ressurreição é a nossa amizade com Cristo. Ele jamais nos prova sem nos oferecer uma porta de saída e nem se conforma com o abandono e a morte de ninguém. Por isso, confiantes podemos rezar com o salmista: no Senhor ponho a minha esperança; a minha alma espera no Senhor, mais que o vigia pela aurora (Sl 129, 3).

POR: Seminarista Wagner Carvalho
POSTAGEM: Júnior Sá

quarta-feira, 30 de março de 2011

ESPIRITUALIDADE: Reflexão a partir das leituras - 4º Domingo da Quaresma

Viver na claridade de Deus*
 

Continuamos nossa caminhada quaresmal celebrando o Quarto Domingo da Quaresma, o chamado Domingo da Alegria. A Quaresma é um tempo favorável para avaliarmos a nossa caminhada de cristãos, e um convite que passa por algumas etapas: as tentações que enfrentamos (I domingo), as experiências que fazemos de Deus (II Domingo), a bebermos da Água que jorra para a vida eterna (III Domingo), e neste Domingo, a cura do cego de nascença, que também são nossas cegueiras.
            As leituras deste domingo nos remetem à luz que vem de Deus. Mas, qual é a sua intensidade? Quais são as escuridões que, a Palavra de Deus, tem por finalidade clarear?
            A primeira leitura (1 Sm 16, 1.6-7.10-13) apresenta os critérios com os quais Deus nos julga. Ele não olha as aparências, nem as estaturas, mas o nosso coração, e este, agradando-Lhe ungi, consagra para uma missão.
            A segunda leitura (Ef 5, 8-14) Paulo nos convida a vivermos como filhos da luz. E como se vive? Ser filho da luz é ter um coração bom. É ser uma pessoa iluminado, como diz o ditado popular. Os seus frutos são sempre de bondade, justiça, verdade (v. 9) e a sua escuridão não é sinônimo de vergonha, nem de segredo.
            Qual a diferença, então, entre o homem da luz e o homem das trevas? o homem do dia e o homem da noite? o homem que enxerga e o homem que é cego? o Evangelho (Jo 9, 1-41) nos mostra. Primeiro Jesus não escolhe, mas ambos são acolhidos por Ele nas suas diferenças. No entanto, o homem da luz é aquele que se deixa ser alcançado e tocado por Jesus em sua escuridão, no seu estado de pecado; que faz o pedido d’Ele  (v.7); que não se esconde por traz de máscaras, nem de imagens, e não tem receio de seu passado (v.9); que conta a história de sua conversão e a sua libertação quantas vezes for preciso (v. 11. 15. 27); assume as suas responsabilidades e conseqüências e, por último, passa acreditar em Deus não apenas porque foi por Ele achado, mas porque a sua fé o levou a testemunhar a luz da graça em sua vida e exclamar: eu creio, Senhor (v. 38).
            E o homem das trevas, da noite, da cegueira, como o conhecemos?  gosta muito  das aparências, como fala a segunda leitura; age no segredo, de tal modo que faz até vergonha contar seus feitos; suas ações são sempre mapeadas e executadas na “noite” do tempo, ou seja, longe da presença da luz de Cristo. Judas ao trair Jesus saiu, diz São João e, que horas?... era noite (Jo 13, 30), isto é, no poder das trevas, da escuridão, da cegueira de não querer enxergar Cristo como único salvador; o homem da escuridão não enxerga o outro como irmão, de tal forma, que o cego de nascença do Evangelho não era conhecido pelos judeus, pois era um mendigo que pedia esmola nas proximidades do templo e, todos os dias, por mais de uma vez eles iam para fazer suas orações, mas nem se quer percebiam aquele cego.
            O homem das trevas não acredita que Deus pode fazer maravilhas; vive preso na sua própria lei e, por isso, quer ter provas. Para ele, a verdade nunca é plena, mas provada, precisa de testemunhas para averiguar o caso. Será que nos dias de hoje temos casos assim?
            A liturgia deste Quarto Domingo da Quaresma nos dá uma lição de vida prática.  Na verdade, Deus não quer que continuemos vivendo em nossas cegueiras, mas nos quer iluminar, nos quer voltados para Ele e deseja que as nossas escuridões sejam iluminadas pela “sua saliva”, selando, assim uma nova criação.
            Cabe, pois nos perguntar como fizeram os fariseus no final do Evangelho: porventura também nós somos cegos? (v. 40). Por que lá na nossa família, não estamos querendo enxergar o meu filho, o meu sobrinho, que está cego nas drogas? Por que não queremos enxergar o meu colega de serviço, a minha colega de serviço, que está no segredo, na escuridão, da infidelidade matrimonial? Por que estou preso nas meras aparências do lucro da minha empresa, do meu consultório, da minha loja e não enxergo o mendigo na calçada de minha casa? a resposta de Jesus à pergunta dos fariseus, também vale para nós: se fôsseis cegos, não teríeis culpa; mas, como dizeis ‘nós vemos’, o vosso pecado permanece (v.41), ou seja, se não tivéssemos ouvido a Palavra de Deus e o seu convite a uma mudança de vida, não teríamos culpas continuarmos na escuridão porque ninguém tinha nos alertado, mas como tivemos a oportunidade de escutá-la permanecer na mesmice será uma decisão pessoal, intransferível e imutável.
 
 
POR: Seminarista Wagner Carvalho.